segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Voando para Chiang Mai


Depois de quase dois anos vivendo no Japão, tive a coragem de fazer um mochilão sozinha pelo sudeste asiático. Um mês, só eu e minha mochila, vagando por países desconhecidos e estradas completamente novas para meus pés.

Minha viagem começaria na maravilhosa cidade de Chiang Mai, no norte da Tailândia. Um avião para Bangkok saindo do aeroporto de Chubu, a 40 minutos da minha casa, com uma única escala na cidade de Ho Chi Minh, Vietnã. Depois, já em Bangkok, pegaria um vôo direto para Chiang Mai, onde eu havia reservado um Hostel no centro da cidade. Tudo perfeitamente calculado. Deixei um espaço de quase 4 horas entre minha chegada a Bangkok e o vôo para Chiang Mai, precaução, vai que algum voo atrasa né!?

Que ingenuidade a minha, acostumada com o serviço extremamente pontual e eficiente japonês jamais poderia prever que minha conexão atrasaria exatas 3 horas, sem motivo algum, me deixando com uma janela de 40 minutos para chegar em Bangkok, retirar minha mala e embarcar no voo doméstico para Chiang Mai. Tudo bem, vai dar tempo! É só correr!

Finalmente em Bangkok, depois de ficar admirando a chuva vietnamita por mais de 5 horas, saio em disparada, pego minha mochila na esteira, que por providência divina, ou sorte, foi uma das primeiras a aparecer. Parto para a área de embarque doméstico para fazer o check-in e despachar novamente a mochila. Para não ter erro e não ficar vagando à esmo no aeroporto gigantesco, me dirijo diretamente para o guichê de informações. Com um inglês enferrujado tento me informar onde fica o guichê da minha companhia, sem sucesso. Mostro o número do voo no celular, trocam de atendente, essa fala inglês fluente. Depois de alguns minutos, entendo, para meu desespero, que estou no aeroporto errado. Puta que Pariu Marina! Como você não se informou que na cidade haviam dois aeroportos!! 30 Minutos de carro de um aeroporto a outro sem trânsito, estamos na maior cidade da Tailândia, sempre tem trânsito. 20 minutos para o voo partir. Nenhuma possibilidade de eu embarcar nele. Nem pra esse voo ter atrasado.

Já eram quase 11 da noite nessa brincadeira de voo atrasado e aeroporto errado. Fiquei com medo de sair vagando aleatoriamente pela noite tailandesa com todo o dinheiro que havia levado para a viagem comigo. O próximo voo sairia as 8 da manhã do aeroporto de Suvarnabhumi, que era onde eu estava, aparentemente. Dormi em um corredor menos movimentado do aeroporto na minha primeira noite na Tailândia, a mochila de travesseiro. Lembrar de nunca mais voar pela Vietnam Airlines, ou voar, se ela for a mais barata.


Beijos
Marina Fujii

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Trilha da Ferrovia do Trigo

Esse vai ser o primeiro post sobre umas das coisas que mais amo na vida: Conhecer lugares novos!! No começo de Dezembro do ano passado, fiz uma viagem com alguns amigos muito, mas muito legal!! Fomos fazer uma caminhada sobre os trilhos da Ferrovia do Trigo entre as cidades de Guaporé e Muçum no Rio Grande do Sul. Vou detalhar exatamente como foi o planejamento, por onde passamos e tentar passar um pouco das coisas que vivemos nos dois dias dessa aventura!!

Há algum tempo planejávamos com alguns amigos aqui de Porto Alegre fazer essa trilha, bastante conhecida por aqui. E quando dois amigos meus vieram do Mato Grosso do Sul para uma visita decidimos incluí-los e encarar de vez a aventura! 
A ferrovia do trigo, tbm conhecida por EF-491 foi construída na década de 70, durante o regime militar do país e até hj funciona como rota de escoamento da produção de grãos do estado (sim, passam trens por lá!), em todo o trecho da ferrovia existem 26 ponte e viadutos e 34 túneis, destes 21 estão entre Guaporé e Muçum. 
Saímos de Porto Alegre, pouco depois das 5 da manhã sentido Muçum, onde planejamos deixar os carros, estávamos em 7 pessoas, portanto fomos em dois carros, gastamos aproximadamente duas hrs pra chegar até a rodoviária de Muçum (R. Barão do Rio Branco, 452 - Tel: (51)3755-1170). de Porto Alegre seguimos pela BR-386 (duplicada) até a cidade de Lajeado de onde pegamos a RS-130 (pista simples) até a cidade de Muçum, o trajeto total somou 168km e não há pedágios no percurso. Em Muçum pegamos um ônibus até a cidade de Guaporé, onde planejamos iniciar a trilha (isso pq li em vários blogs que de Guaporé a Muçum está um declive e pelo lado contrário cansaríamos muito mais). O ônibus pra Guaporé sai da cidade de Muçum às 7:50 e custou pouco menos de R$10,00. Deixamos o carro na rua da rodoviária em Muçum, segundo os moradores a cidade é muito tranquila e não há grande perigo ao deixar os carros pousarem na rua. 
Pedimos então ao motorista do ônibus que nos deixasse onde as pessoas costumam descer pra fazer a trilha da ferrovia, o que ele prontamente entendeu, nos orientado assim na hr que chegamos ao nosso ponto. Este percurso de ônibus leva aproximadamente 40 minutos, e fomos deixados chegando à cidade de Guaporé. De lá apenas atravessamos a rodovia, já podendo ver um dos pequenos viadutos da ferrovia, subimos por uma rua lateral de terra até os trilhos, pulamos uma cerca e Vóile, estávamos em cima dos trilhos como podem ver na segunda foto aqui embaixo. 

Esperando o ônibus em Muçum com nossas Mochilas!!
Animados no início da Trilha 
Do ponto que entramos na ferrovia é só seguir sentido à esquerda que caminhando bastante vc consegue chegar em Muçum. 
Nos nossos planos, pretendíamos realizar os pouco mais de 50km de caminhada em dois dias, parando pra acampar na metade do caminho, mais ou menos... 
Começamos a caminhada super animados, e juro, após uns 5km já estávamos cansados e não havia passado muitas coisas legais pra ver, começamos a desanimar e a cada hr ficávamos mais cansados.
Passamos por algumas cachoeirinhas que são bastante comuns ao longo do percurso e alguns túneis. Se não me falha a memória, o primeiro túnel tinha aproximadamente 700 metros (em alguns há essa marcação no início do túnel), é muito estranho andar nos túneis, é um breu completo, vc não consegue enxergar nem seu nariz naquela escuridão, além do clima pesado e do ar carregado, dá até um medinho, mas depois vc vai acostumando pq são muitos túneis!! É muito importante levar uma lanterna de cabeça e pilhas extras! pq sem isso é impossível passar pelos túneis. Além disso tem a adrenalina do medo de vc estar no túnel e começar a passar um trem, pq eles chegam bem rápido depois que vc consegue ouvi-los e os recuos nos tuneis não são padrões, em alguns túneis existem recuos, em outros apenas algumas partes onde entalharam mais profundamente a rocha. 
Nesse inicio de caminhada tentávamos parar pra tomar um fôlego de mais ou menos uma em uma hr, mas é importante salientar que antes de sentar sobre os trilhos ou nas margens da ferrovia, é muito importante checar o chão do entorno, pois encontramos muitas aranhas enormes pelo caminho, vai que vc vai sentar e fica perto de uma dessas né?? 




  
 Andar nos trilhos não é uma tarefa fácil, principalmente pra quem não está acostumado a longas caminhadas ou pra quem (como eu) não pratica exercícios, somando isso ao sol e calor que estava fazendo e as mochilas pesadas, às 11 da manhã, apenas 3 hrs após ter iniciado a caminhada já fizemos uma grande parada pra podermos almoçar. Levamos algumas coisas prontas pra não perder tempo no preparo dos alimentos logo no almoço, planejando fazer a comida mesmo apenas na janta quando montássemos acampamento. 


Como vcs podem ver nas fotinhas acima, paramos em cima dos trilhos e tiramos todas nossas coisas das costas, bem ali.... Bem, não façam isso! Em uma das vezes que fizemos isso veio um trem da manutenção e tivemos que tirar tudo de cima dos trilhos e sair correndo pras margens voando, pq o trenzinho da manutenção anda muito rápido!! 


Depois do almoço começamos a andar novamente, passando então por lugares mais interessantes e paisagens maravilhosas!! Em alguns lugares nas pequenas quedas d´águas pelo caminho nos refrescávamos e tentávamos aliviar o cansaço que ia batendo a cada hr mais forte! 




Até que chegamos no nosso primeiro Viaduto! Era bem pequeno, mas nossa, o cansaço vai embora, vem um ânimo não sei de onde, muito legal!! Muito Lindo e muito incrível pensar que construíram isso na década de 70, um tempo sem muitas das tecnologias usadas hj na construção, e no meio de uma região densamente florestada!! É mágico!! Esse primeiro viaduto era inteiro de concreto, nada de chão vazado! Bem seguro! Até os escapes eram de concreto, bem firmes! Não dava medo nem nada. Pena que era curtinho! 



Começamos a ficar ansiosos pela chegada do Mula Preta, o maior dos Viadutos vazados. Havíamos lido sobre ele, visto fotos, mas queríamos ver pessoalmente. Mais caminhada, mais túneis, muito sol, e nada do Mula Preta. Passou mais um trem da manutenção, que parou e nos avisou que dentro de duas hrs passaria um trem de carga, pra tomarmos cuidado. Pensamos se conseguiríamos atravessar o mula preta antes da passagem do trem. Andamos mais um tempo e nada, até que, depois de uma curva, lá estava o viaduto, com seus 98 metros de altura e inteiro vazado. Lindo! Pisei nele, minha perna travou. Nem sabia mas aparentemente tenho muito medo de altura, e aquele espaço enorme entre os dormentes não ajudou muita coisa. Meus amigos foram tranquilos, meu marido nem acreditou que eu estava com tanto medo assim... Eu via aquela paisagem estonteante e tentava ir, mas minhas pernas não estavam de acordo com meu cérebro naquele momento, minhas mão suavam frio. Mas fui indo devagar e sempre. Os recuos no Mula preta são de metal com uma tábua de madeira embaixo, e ficam a uns 20 metros de distância um do outro. Teoricamente existem recuos dos dois lados do trilho, mas de um lado não tem a madeira pra pisarmos, então nada feito. O bom é andar meio separado quando em grupo, pq se vier um trem cada dupla corre pra um recuo diferente. Mas ainda bem que não passou nenhum trem enquanto estávamos lá, pq eu sinceramente não iria conseguir correr até um recuo, parar e descer até ele (eles ficam um pouco abaixo dos trilhos). Depois que passa, ele é lindo! De tirar o fôlego, a paisagem maravilhosa e aquele viaduto imponente sobressaindo ali, acima da mata. Indescritível!! 







Depois do Mula Preta vieram mais alguns túneis pequenos, uma cachoeira linda, e nada do trem de carga. Quando estávamos no fim de um túnel, uns amigos que já haviam saído do túnel começaram a gritar, corre que lá vem o trem, achamos que estavam brincando, mas não é que lá vinha o trem mesmo?? E na reta final daquele túnel nada de escapes, corremos loucamente, até sair do túnel e então o trem passou, nem tinha cansado durante a corrida! hahah e isso já era mais de 4 da tarde!! 





Ainda não havíamos passado o maior túnel, com mais de 2km, mas sabíamos que teríamos que passar por ele antes do camping, andamos mais um pouco e a cada túnel achávamos que seria ele, até que chegou. Mais de 2km em total escuridão. Nessa hr torcemos muito pra que não viesse nenhum trem, pois o ar deve ficar difícil de respirar com um trem dentro dos túneis. Parecia que nunca teria fim. Mas quase chegando o fim do Túnel ouvimos o trem, e corre pros escapes pro trem passar, pelo barulho parecia um trem enorme de carga, mas quando passou lá era mais um trem da manutenção. Dentro do Túnel o barulho parece muito maior. 




Já estávamos morto de cansaço e dor nas pernas, andando sobre a superfície irregular dos trilhos, passavam das 17 e nada do camping, que segundo o dono fica à 21km de Guaporé. Nossas pausas pra descanso já eram maiores que o tempo que passávamos caminhando. Até que por fim chegamos ao camping que fica aos pés de mais um viaduto vazado. 


O camping chama Recanto da Ferrovia, e tem página  no face. Chegamos lá, não havia ngm, não tinha água, ficamos desesperados. O dono chegou por volta das 19hrs, ainda estava claro, mas estávamos mortos de cansaço. Como ele não sabia que íamos, não havia preparado o camping adequadamente, além disso estava com um problema e não haveria água nos banheiros até de manhã. Mas pelo menos conseguimos fazer a comida, lavar os rostos e pés, montar acampamento e descansar. O camping cobra uma pernoite de R$20,00. No dia seguinte acordamos meio tarde e algumas pessoas não queriam continuar, pois ainda faltavam 28km até Muçum. Decidimos parar por ali e tentar retomar a aventura em uma próxima vez. Foi bastante frustante não conseguir chegar até Muçum pela ferrovia e principalmente não ter visto o Viaduto 13. Mas foi uma grande aventura que vive e levarei comigo pra sempre!! 
De Manhã ainda passamos no viaduto que fica em cima do camping, tiramos fotos, e depois caminhamos mais 8km até a cidade de Dois Lageados para poder pegar um ônibus até Muçum, pegar nossos carros e voltar pra Porto Alegre. Não pensem que foi fácil, até pra desistir essa trilha é cansativa! 8km em ladeiras de chão até a cidade mais próxima pra poder ir pra casa!! O ônibus de Dois Lageados à Muçum custou pouco mais de 6 reais. 



Minha dica pra quem for fazer esta trilha, faça em 3 dias, pois é extremamente cansativa, leve bastante água, mas não para todos os dias, pois vc pode se reabastecer nos camping, leve o mínimo de peso que conseguir nas mochilas!! Isso foi o que mais dificultou nossa caminhada e o que mais pesou na hr que decidimos desistir, algumas pessoas estavam com os ombros inchados no local onde a alça da mochila pega. Leve repelente, tem muitos insetos e pernilongos por todo o caminho, uma amiga levou picadas de pium (um mosquitinho preto, diferente de pernilongo) e se descobriu alérgica, de manhã as pernas dela estava doloridas e levemente inchadas. 
A trilha é maravilhosa e vale super a pena, em breve planejo tentar terminá-la!! Vale super a pena! As paisagens são maravilhosas e mesmo com todo o cansaço e tudo mais, eu faria de novo! 

Fim

Beijos
Marina Fujii

PS: A maioria das fotos são do meu marido, Gabriel Nakamura, mas algumas fotos são das minhas amigas Dirleane Ottonelli e Viviane Filgueiras, além de algumas fotos minhas. 


segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Bistrô da Travessa

Tá querendo impressionar seu amor? Tem uma ocasião especial e quer ir em um lugar mega romântico e muito cool? Quer apenas passar um bom tempo com os amigos, conversando, tomando um vinho, em um lugar agradável? Esse lugar é o Bistrô da Travessa!!! Tive a oportunidade de ir duas vezes à essa pizzaria que fica em uma travessa super simpática na cidade baixa, em Porto Alegre, chamada Travessa dos Venezianos. Li em algum lugar que a travessa leva esse nome pois antigamente ficava a uma quadra do Rio e sempre inundava nas chuvas, lembrando a cidade de Veneza, hahah.



Voltando ao Bistrô, lá é bem pequenininho, deve ter umas 10 mesas, se muito. Isso faz com que fique mega aconchegante! Em todas as mesas existe uma garrafa com uma vela, e a luz ambiente é bem fraquinha, deixando o clima super romântico mesmo. Nas paredes eles expõe alguns quadros bem legais, e a casa onde o Bistrô está localizado deve ser bem antiga, então fica um clima meio antigo, com alguns tijolos à vista na parede, janelas e portas compridas de madeira, desses tipos bem antigos. Luminárias lindas e um lustre maravilhoso terminam de compor o ambiente, inundando tudo com uma luz amarela envelhecida, deixando tudo muito melhor. O som fica por conta de uma vitrola, sim podemos comer ao som de músicas de LPs, e as músicas são muito boas, mas sempre em um volume ideal pra dar pra conversar sem ter que gritar. 

























Quando trouxeram os cardápios ficamos encantados, são capas de discos de vinis, muito legal!! O meu era do álbum Abbey Road dos Beatles e o do Gabriel era de um álbum antigo do Jorge Ben.



As Pizzas são bem recheadas, com opções de carne de porco, gado, frango e vegetariana (fazem também versões sem queijo para veganos). As massas são todas artesanais, semi integrais, bem fininhas e crocantes. Os recheios são sempre bem fresquinhos, com bastante tempero, e muito saborosos. Tem até uma pizza com o meu nome!! A pizza Marina, que foi uma das metades que eu pedi da ultima vez, leva lombo defumado, gorgonzola e requeijão, deliciosa!! A outra metade que pedi da ultima vez que estivemos por lá foi a Vaca Premiada, que leva iscas de filé, tomates secos, brocólis, champignon e alho, estava divina! Eles servem as pizzas em tábuas de madeira, cortadas em forma de petiscos, e podemos pegar com as mãos mesmo ou com palitos, o que possibilita as mesas não serem tão grandes e podermos aproveitar mais o calor humano. Pra quem gosta de uma pimentinha, eles disponibilizam um potinho com pimenta calabresa à lá vonte (o que não é muito o meu caso).



Para beber possuem algumas cervejas artesanais, carta de vinhos e as bebidas habituais como refrigerantes, água e sucos em lata. Das duas vezes que fui pedi uma taça de vinho, pq combina com o lugar.
Voltarei lá muito em breve pois quero experimentar as pizzas doces deles e também pq aqui em Porto Alegre está se tornando um dos meus locais preferidos!!


Eu e meu marido gastamos um total de R$63,80 da ultima vez, comemos uma pizza e tomamos vinho. Como a pizza é grandinha acabamos levando um pedaço para casa. 

Os dados completos do Bistrôs São:
Endereço: Travessa dos Venezianos, 25, Cidade Baixa, Porto Alegre.
Telefone: (51) 35161716
Ele funciona de Terça à sábado das 19:00 às 23:30.
Nunca fizemos reserva pra entrar, mas sempre estão cheios, então aconselho se programar e tentar fazer uma reservinha antes. 

Bjos
Att. Marina Fujii

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Mark Hamburgueria

Eu moro em Porto Alegre, e um dos passatempos preferidos meu e do meu marido, é sairmos andando por ai meio sem destino, conhecendo lugares novos que chamem a atenção. Moramos na Cidade Baixa, que é tradicionalmente um bairro bohemio aqui da cidade, com muitos bares, restaurantes e casas noturnas. Um dia saímos meio sem rumo pra jantar, e pegamos a Joaquim Nabuco, grata surpresa, encontramos uma hamburgueria dessas gourmet. A casa tem um cardápio fixo de hamburguers mais um especial do mês, trabalha com algumas marcas de cervejas artesanais e conta com algumas promoções de Happy Hour. O atendimento é muito bom, os garçons simpáticos e prestativos. Mas o melhor mesmo são os hamburguers que vem acompanhados da melhor batata rústica que já provei (são batatas fritas mais grossas com casca e tudo, e pra quem não curte tem a opção da batata frita normal). Os Hamburguers são deliciosos, tem os tradicionais de carne de gado mesmo, mas também trabalham com carne de cordeiro, costela,carne de panela, filé de frango e hamburguer de salmão (um dia quero provar). Todos muito bem temperados e caprichados. Vocês escolhe o tipo de lanche e o tipo de pão, eles trabalham com três ou quatro opções de pães (a foto abaixo é de um cardápio que foi trocado, podem ter mudado as opções). Além disso tem os molhos caseiros, que são um sucesso à parte, o meu favorito é um estilo katchup, posso estar errada, mas pra mim tem um leve gostinho de curry, ahhh uma delícia!! 








Os preços são meio salgados, mas valem super a pena!! Todos os Hamburguers tem nomes de locais famosos ou cidades, tais como Madri ou Times Square. Esse com couve crisp da foto é um homenageando ao Rio se não me engano, tem até feijão no lanche e é super bom!! 
Bom, essa foi a dica hj! Espero que possam passar lá pra conhecer! Vale mesmo a pena! Eu já virei cliente assídua e voltei umas 5 ou 6 vezes! heheheh Vou deixar aqui um link pra página deles no facebook! Lá eles tem os horários de funcionamento, telefone endereço certinho!!

Bjos
Att: Marina Fujii

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Sushi no Quintal - Campo Grande/MS

Hoje quero que vcs conheçam esse lugar maravilhoso, que fica na cidade de Campo Grande no Mato Grosso do Sul. É um restaurante que abre somente nas noites de domingo no fundo de uma casa, em um quintal mágico. Além do quintal ser repleto de orquídeas, plantas e árvores super bem cuidadas, eles ainda colocam várias lanternas orientais pra iluminar o ambiente, o que dá um ar super romântico e intimista. As mesas variam entre quadradas e redondas, as estampas das toalhas não são as mesmas mas tudo parece combinar perfeitamente. E ainda tem as garrafas com flores de enfeite de mesa e os copos de vidro coloridos pra dar um charme à mais no local. Você chega e já se sente em casa!! 


Os garçons foram sempre muito prestativos em todas as vezes que eu pude ir ao sushi no quintal (Fui apenas umas duas ou três vezes ;(
A comida é com certeza a melhor comida japonesa que já experimentei em Campo Grande (e isso não é pouco visto o tanto de restaurantes japoneses que tem na cidade, podia ser a capital brasileira do sushi!! hahha). Eles servem um festival de sushis, acompanhado de algumas outras coisas que variam de acordo com o dia por preço fixo, somente isso que você vai encontrar nesse restaurante, nada de um menu gigante com mil e uma coisas, lá vc chega e come o que vier. 
Quando estive lá eles começavam sempre com um tempura bem sequinho acompanhado de geleia de pimenta, uma delícia!! Sempre tem também um ceviche de peixe branco maravilhoso!! Todas as vezes que fomos pedimos repeteco dele!! Tem também Sashimi de Salmão à vontade, variados tipos de sushis, todos preparados maravilhosamente bem!! O arroz sempre no ponto e bem temperado, isso faz um bom sushi!! A variedade não é tão grande, mas os que servem são muito bem preparados e muito saborosos. A primeira vez que fomos serviram um salmão batido com gergelim em cima de um chip de batata doce regado com molho tarê, nossa lembro até hj, estava fantástico!  










A ultima vez que fui, em abril desse ano, o rodízio estava custando 55 reais por pessoa, é um pouco caro, mas vale super a pena esse pequeno investimento. O lugar é bacana, vc passa horas lá e nem percebe o tempo passar!! Ahh se resolverem ir é bom fazer reserva, como o ambiente não é muito grande sempre está lotado! Entrem em contato com o pessoal de lá, eles são super simpáticos e prestativos. A maioria das fotos foi retirada do instagram deles que é esse aqui: https://instagram.com/sushinoquintal/
Mas caso queira ir direto ele fica na Barão de Ladário, 185 em Campo Grande! Talvez eles consigam te encaixar!!
Essa foi minha dica de hj! Espero que possam ir lá conhecer!! Se forem me contem o que acharam!!

Bjos
Att: Marina Fujii